segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

sábado, 2 de janeiro de 2010

Novo Ano, Velhos Novos Desejos

Começo o ano novo com a impressão de que a noite passada não aconteceu. Está tudo em branco, ausência que espero poder preencher com o que achar melhor para mim. E às vezes o que apetece mesmo dizer é o cliché: que haja paz e felicidade no mundo. E então que haja paz e felicidade no mundo.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

o lobo e o cão - predadores os dois?

De que se alimenta um homem quando alimentar-se de si mesmo se torna...falta a palavra. Nenhuma parece adequada. E isto fica a meio.

As Marias de Portugal

Esqueci eu ou foram esquecidos eles?

sábado, 19 de dezembro de 2009

Des

e
se
o
mundo
( )
hoje?

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

do amor

Amy Winehouse - "Love is a Losing Game."

Sim, é foleiro pôr um vídeo da Amy Winehouse num blogue (é?). Mas a verdade é que esta canção toca-me tanto, que fico a pensar se serei a voz que ela canta ou, inversamente, a voz que existe do outro lado e que, concludentemente, torna estas coisas do 'amor' (qual dos quatro amores da Grécia antiga será aquele a que me refiro/se refere a música?) numa espécie de parede irrevogável, um jogo perdido, uma completa e, por vezes, desesperante falta/perda de fé em tudo o que isso um dia significou para mim. Já perdi três mãos à conta do 'amor'. E era tudo muito bonito até me aperceber que tudo, exactamente tudo, apodrece e morre. Alguém me pode explicar a razão pela qual continuar a procurar esse sentimento inocente se isso nunca basta e nunca satisfaz e, reforço, acaba, termina, foge, desfaz-se, perde-se, afoga-se, arde até às cinzas de tanto arder, queima por ser chama e sucumbir às leis que fazem a cera derreter? E porque digo eu estas coisas com vinte e três anos? Porquê? Por que razão tenho eu uma espécie de muro intransponível, porque sinto eu modorra e indolência ao pensar no 'amor', e uma profunda alegria/apatia (podem estas duas palavras ir juntas com uma barra entre elas?) em simplesmente recusar aquilo a que chamam 'amar'?