terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Odete

Ainda estou para saber por que razão a maior parte dos realizadores portugueses não entende a diferença entre o cinema e a literatura.

a receita do oblívio

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

to a goddess unkown

"She used to be so beautiful.
She's still beautiful.
She's too sad to be beautiful. No one that sad can still be beautiful.
(...)
I've wanted to call the house and tell her that everything is okay, that she can stop hating herself now, that she's punished herself long enough."
Paul Auster, Invisible

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

recentes aquisições, recentes desastres

Acontece quando um ovo cai acidentalmente DENTRO da boca do fogão e não no tacho.








Postal feito a partir de um quadro demasiado caro de Jenny Markowitz. Chama-se War. Paguei cinco dólares pelo postalinho. Perguntaram-me se era para oferecer. Disse peremptoriamente que era para mim.


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

kinda funny, kinda sad

Há anos que não vejo este filme. Há anos que ando para o rever. Frase simples e de certa forma foleira que me lembro: 'What does that mean know me, know me, nobody ever knows anybody else, ever! You will never know me."

domingo, 24 de janeiro de 2010

IRRITADO

Há muitas coisas que me irritam. Uma delas é que assumam e presumam coisas a meu respeito sem me conhecerem. Do alto do seu trono de normalidade ou falsa razão, há gentinha que se acha no direito de resumir pessoas que mal conhecem a categorias completamente idiotas. Gente sem sensibilidade alguma, gente que não reconhece em si os defeitos que critica nos outros. Essa gentalha é-me desprezível, quase. E eu sou uma pessoa paciente. O reconhecimento de uma certa imaturidade mostra, de facto, maturidade. Deixa de te queixar, dizem. Para o caralho! É tudo um esvoaçar de passarada, de gente disfarçada de pombas mas que não passam de cucos.